Boas
Com muita pena minha, confirmo o que já aqui tinha dito. É mesmo impossível comparecer neste encontro

que tem uns ingredientes deveras interessantes.
Não terá todos, porque faltarei eu e mais o resto da famelga que sempre anda por estas e aquelas rotas.
Eu, como pessoa pacata, iria passar despercebida (eventualmente não, com a vestimenta que iria envergar), mas não iria ser nada especial, porque como já disse sou pacato e discreto.
Agora uma coisa é certa. Tenho acompanhado quando posso (isto anda apertado de tempo) toda a “prosa”, que por aqui vai, e isto está lindo está.
Estou a prever que a “saúde pública” vai estar mais pesada. Também com tanta gastronomia.
Ele há os gastrónomos, os júris, o bacalhau e elas que vão ser fechados na cozinha, os que cozinham, os que ajudam, os que não cozinham, os que desajudam.
Enfim uma g’anda caldeirada.
Depois ainda querem fazer um jogo de futebol. É o fim. Não há condições.
Então com tanta gastronomia …e o resto, alguma vez há condições para o futebol?
Claro que não, porque às tantas, quantos jogadores? Quantas bolas?, isto no campo visual dos participantes, porque tou mesmo a ver que futebol e gastronomia, hummmmmm, não sei não.
Ainda iriam ver acréscimo de gente no campo e pensarem que era uma invasão do dito.
Mas afinal não percebo é uma coisa. É uma feira de trastes, ou gastronómica?
Pois, pois, ainda bem gastronómicamente falando que eu não vou, porque seria o fim.
Com os doces da minha cara metade, então a saúde pública ficava mesmo arrumada.
Desejo a todos os sortudos que vão poder comparecer, um excelente FS ou um excelente FS prolongado e que o S. Pedro colabore com aqueles que vão para a terra com o seu nome homónimo, mais o Moel.
Aproveitem, divirtam-se e cultivem o espírito do companheirismo e saber estar dentro das boas regras que este tipo de vida nos proporciona, para que possamos sempre mostrar que o turismo itinerante é salutar e necessário.
Saudações rolantes