Para que não digam que o SEGURANÇA não fez o trabalho antes de irem para o encontro aqui fica o testemunho. Ai pois,

não deixava os companheiros DIRETORES irem para um sitio qualquer, tudo passado a pente fino,

não o meu obviamente.
Foz de Alge é uma povoação da freguesia da Arega, concelho de Figueiró dos Vinhos, distrito de Leiria, Portugal.
Localização e acessoLocaliza-se na junção das águas do Rio Zêzere e da Ribeira de Alge a escassos 9 Km da vila de Figueiró dos Vinhos sede do concelho, formando um cenário de beleza idílica. Para aceder a este idílico recanto, tome a partir de Figueiró, a ex. E.N. 350 até à povoação de Enchecamas, onde tomando a direção à sua esquerda seguirá pelo C.M. 1142 até ao lugar de Foz de Alge.
A Ribeira de Alge que nasce no Chão de Alha, na Freguesia de Campelo, atravessa o concelho de Norte a Sul, terminando o seu percurso buliçoso nas águas do Rio Zêzere, tornadas calmas pela Albufeira da Barragem do Castelo do Bode, no lugar de Foz de Alge
Neste local poderá praticar diversos desportos aquáticos, deliciar-se com as artes da pesca ou desfrutar do simples lazer. A 3 Km do parque de campismo existe a Pista de Pesca Desportiva do Poeiro, inaugurado em Junho de 2009, permite aos amantes da pesca desportiva não só o prazer da sua arte mas também o desfrutar da natureza num local de fácil acesso e com todas as condições.
Pode ainda verificar as características do casario tradicional e deliciar-se com a gastronomia onde pontificam naturalmente os pratos à base de peixe do rio: achigã, carpa, barbo, boga.
História de Foz do AlgeNa história teve um papel importante e estratégico para Portugal pois nas suas terras encontrava-se a fábrica de fundição de ferro na margem da Ribeira de Alge, e foi, sem dúvida, enquanto durou foi o fator de desenvolvimento económico e social contribuindo para a elevação da Arega a concelho durante séculos e deixando até ao presente vestígios de alguma burguesia, existente nesse período.
Estas ferrarias, consideradas as mais importantes, foi devido à proximidade de matas circundantes (estevas e urzes) aproveitadas para o combustível exigido pelo seu funcionamento e localização, claro. De resto, era juntamente com a agricultura uma das riquezas naturais dos habitantes - a exploração do carvão vegetal.
Infelizmente, de 1759 a 1761 as ferrarias desta zona foram mandadas encerrar. No dizer de Martins da Cunha Pessoa, que mandou examinar, trinta anos depois as ruínas, de duas delas junto à Vila de terá sido por “má condução das lenhas por parte de quem as utilizava”.
Porém, no início do século XIX, foram feitos esforços para por a funcionar as ferrarias da foz do Alge, sob a direção de José Bonifácio de Andrade e Silva, intendente-geral de minas, e, em cumprimento da carta régia de 18 de Maio de 1801, procederam à reconstrução e chamaram mineiros, fundidores e refinadores, todavia, suspensos em 1807 devido às invasões francesas, apesar disso mais tarde ai foram fabricadas armas que o exército Miguelista utilizou no cerco do Porto.