por Mario » domingo jan 10, 2010 2:18 pm
Olá
Normalmente acompanho apenas pelo interesse relacionado com a prática do turismo itinerante em autocaravana,o que se vai passando, aproveito a mensagem anterior para tecer algumas considerações que não serão propriamente novidade.
Constata-mos o facto dos nosso vizinhos Espanhóis,estarem (e não é de agora) bastante activos,proliferam as associações/organizações ligadas ao autocaravanismo.
Lá como cá o desconhecimento das particularidades do autocaravanismo na óptica do turismo itinerante em termos gerais, e na vertente de práticas não conformes ,constituirá o maior entrave á sua prática e desenvolvimento equilibrado.
Mas atenção as responsabilidades não são pertença de ninguém em exclusivo.
Nos meios menos conhecedores da realidade intrínseca ligada ao uso de uma autocaravana o sentimento geral é o seguinte;
"é giro uma autocaravana,mas isso é apenas uma forma de fazer campismo de uma maneira mais confortável."
A ligação imediata ao parque de campismo é um factor determinante na análise que condiciona logo á partida tudo o que se relacione com o uso de uma ac.
Obviamnete ERRADO.
Este tipo de postura é partilhada pela população no geral e pelas autoridades/poder.
No seio dos autocaravanistas alguns teimam em práticas incorrectas portanto dão tiros no próprio pé,o erro mais comum é não conseguirem ou não quererem discernir entre o uso da sua ac em termos de turismo itinerante,e o uso do parque de campismo ,para permanências mais prolongadas.
Enquanto a comunidade autocaravanista não interiorizar aquilo que efectivamente é essencial no que diz respeito ás boas práticas , sem fundamentalismos, continuará em linguagem bélica a entregar o corpo ás balas.
Quanto a manifestações salvo melhor opinião não antevejo grande sucesso aos nossos companheiros Espanhoís, talvez por uma questão de principio, acredito que os poderes instituídos são pouco sensíveis a esse tipo de acontecimentos,principalmente quando o rácio praticante voto,é claramente desfavorável aos praticantes da modalidade.
Reconheço-lhe para já o direito ao beneficio da dúvida,aguardemos.
Aquele Abraço
Mário