por Henrique Fernandes » terça mar 23, 2010 5:17 pm
Companheiros:
Depois de inúmeras pesquisas e contactos, bem como de muita reflexão, parece-me que há a concluir o seguinte:
- O gás butano é o mais fácil de obter, mas é também o que causa mais problemas ao nível dos frigoríficos (menor potência, carbonização e consequente entupimento das chaminés, emanação para o habitáculo de odor relacionado com a mistura de enxofre, sobretudo no caso do gás da Repsol).
- O GPL é uma boa solução de longo prazo, com o inconveniente dos elevados (ou relativamente elevados) custos de investimento e, adicionalmente com o problema de a Espanha não ser uma boa opção em termos de abastecimento. Tem ainda o inconveniente do peso (no mínimo 20 kg entre depósito e peças de fixação, a que se somará o peso do próprio gás). É um sistema seguro, uma vez que devido a um mecanismo de autoregulação não é possível encher mais de 80% do depósito). Pode ser instalado em depósitos (fixos) ou em garrafas portáteis (muito caras). Acresce que o GPL comercializado em Portugal é constituído em cerca de 95% por gás propano...
- O gás propano em garrafa tem o inconveniente do peso e a vantagem de ser mais potente, inodoro e de suscitar uma maior sobrevida dos equipamentos em relação ao butano.
Dito isto pergunto aos companheiros: que tipo de gás propano utilizam (garrafas de quantos quilos)? Alguém dispõe de redutor para propano com entrada universal (como o existente, por exemplo, nas garrrafas de butano da Repsol)?
Ou seja, quais as soluções que melhor serviram os interesses de cada um?
No caso de eu, na minha santa ignorância destas questões, ter cometido alguma grosseira imprecisão técnica, só agradeço que me corrijam.
A palavra a quem souber...