Saúde para todos!
Não estou, nem vou estar disponível para responder a afirmações que questionam quais as reais intenções de quem quer que seja e que concluem, sem evocar quaisquer pressupostos, nem provam, nem comprovam, o quer que seja.
Também não me parece, numa perspectiva de análise das ideias, muito dialogante qualquer texto em que mais de dois terços do mesmo ponha em causa, não as ideias, mas as intenções de quem quer que seja.
Não se quer aprofundar as questões que ao autocaravanismo respeitam quando se dá respostas que não abordam a essência de questões que foram referidas, como, por exemplo:
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A questão das “Estações de serviço nos campings” (…) é, (…) o reconhecimento da importância que é atribuída aos Parques de Campismo.
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Defender a independência do autocaravanismo face ao movimento campista é em si mesmo uma contradição quando se quer impor que os Parques de Campismo, locais de campismo por excelência, sejam também um suporte desse mesmo autocaravanismo
Por outro lado, afirmações de cátedra (por exemplo:
é que de transito eu percebo muito...), levam-me a reflectir que os tempos do “Magister dixit” já passaram e há que ter consciência disso.
Dúvidas sobre matéria escrita é aceitável tê-las, mas, nessa situação, há que, quando se está de boa fé e se perfilha o diálogo com vista ao entendimento, solicitar os esclarecimentos que nos ajudem a ajuizar.
Permitam-me que repita o que escrevi:
“A análise de questões que respeitem ao autocaravanismo não deve ser impedida pela origem das fontes que as motivam,
desde que tratadas com base nas situações concretas, e não, em juízos de valor, sem sustentação credível e, muitas vezes, com intenções persecutórias.”
Compreendo, também, que nem sempre um texto seja de compreensão fácil, já porque se encontra escrito de forma confusa, já porque há leitores que tenham mais dificuldade em interpretá-lo, até porque, sem querer ser pejorativo para quem quer que seja, a iliteracia é muito elevada em Portugal.
Contudo, lembro que a Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade foi subscrita, pelo menos, pelas seguintes entidades:
- Amigos do Centro Forumeiros
- Associação de Comércio Automóvel (ACAP)
- Automóvel Clube de Portugal (ACP)
- Círculo de Autocaravanistas da Blogo-esfera (CAB)
- Clube de Campismo e Caravanismo de Barcelos
- Clube Flaviense de Autocaravanismo
- Clube Português de Autocaravanas (CPA)
- Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal (FCMP)
- Movimento Independente pelo Autocaravanismo (MIDAP)
- Portal CampingCar Portugal
- Touring Clube Autocaravanista
Não creio (e aqui trata-se de uma questão de fé) que as entidades acima tenham uma interpretação negativa do texto da Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade que pode ser lido no Portal do CampingCar Portugal (que apoia e divulga este documento) neste endereço:
http://www.campingcarportugal.com/diver ... cipios.pdf
E para que nada fique por dizer, é meu entendimento que em Democracia o facto de uma maioria apoiar uma determinada ideia não significa que ela seja correcta, significa, tão-somente, que a maioria quer seguir aquele caminho.
É que as maiorias nem sempre têm razão, mas, neste caso, até têm!
NOTAS:
• A abordagem de diversos aspectos das Áreas de Serviço e a necessidade da implementação das mesmas ser feita de forma coordenada e sustentada deveria ser objecto de análise, o que só será possível discutindo ideias e não pessoas.
• Procurei, tanto quanto possível, não me afastar do assunto que me preocupa: Áreas de Serviço.
• Esta é uma opinião feita sob o pseudónimo de Papa Léguas e que só a mim responsabiliza.