Reunião do ONGA de 27 de Outubro de 2010

Zona para discussão de ideias, esclarecimento de dúvidas e apresentação de propostas sobre o autocaravanismo.

Reunião do ONGA de 27 de Outubro de 2010

Mensagempor decarvalho » sexta Oct 29, 2010 12:06 pm

Ora vivam....

Varias foram as consequencias positivas par o Autocaravanismo do I Seminario Nacional do Autocaravanismo, que teve lugar em Maio de 2009 (ano passado...)

Uma delas resultou na criação do ONGA - Observatório Não Governamental para o Autocaravanismo que este ano já teve três reuniões trimestrais.

Na ultima reunião trocaram-se impressões muito positivas sobre a observação que mereceu aos seus membros da situação evolutiva do autocaravanismo em Portugal.

Quem deseje saber mais sobre este tema pode consultar o relato publicado no link:
http://camping-caravanismo-e-autocarava ... -onga.html
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Mensagempor Paulo » terça nov 02, 2010 10:59 pm

Caro Decarvalho,

Tendo por base a atenta leitura que faço do seu excelente blogue, passo a transcrever um breve trecho inerente à última reunião do ONGA:

http://camping-caravanismo-e-autocarava ... -onga.html

A Reunião do ONGA relativa ao IV e ultimo trimestre de 2010, teve lugar na Sala de Biblioteca do ACP- Automovel Clube de Portugal, decorada com a fotografia do Principe Afonso, conhecido popularmente pelo "Arreda".no dia 27 de Outubro de 2010, pelas 15h as 18h tendo estado presentes: O Director Geral do ACP, que presidiu em nome do Dr. Carlos Barbosa, Presidente do Observatório, o Presidente da FCMP, a respectiva Secretária da FCMP, o Presidente da AECAMP, o Secretário-geral do MIDAP, o secretário- geral do CAB, o Secretário- geral do Observatório, e ainda a Secretaria da secção de autocaravanismo do ACP. O Sr. Eng Trigoso representante da PRP justificou a impossibilidade da sua presença.
(...)
O Dr. Luis Figueiredo abriu os trabalhos em representação do Sr. Presidente do Automóvel Clube de Portugal, para saudar os presentes e introduzir os principais temas objecto de analise e reflexão do ONGA, como segue, como adopção por consenso unânime das seguintes deliberações:


1) O ONGA congratula-se pela presença e a efectiva participação activa nos seus trabalhos do Dr. Manuel Dias em Representação da AECAMP- Associação Portuguesa dos Empresarios de Camping e Hotelaria de Ar Livre.
(...)
A Reunião do ONGA relativa ao IV e ultimo trimestre de 2010, teve lugar na Sala de Biblioteca do ACP- Automovel Clube de Portugal, decorada com a fotografia do Principe Afonso, conhecido popularmente pelo "Arreda".no dia 27 de Outubro de 2010, pelas 15h as 18h tendo estado presentes: O Director Geral do ACP, que presidiu em nome do Dr. Carlos Barbosa, Presidente do Observatório, o Presidente da FCMP, a respectiva Secretária da FCMP, o Presidente da AECAMP, o Secretário-geral do MIDAP, o secretário- geral do CAB, o Secretário- geral do Observatório, e ainda a Secretaria da secção de autocaravanismo do ACP. O Sr. Eng Trigoso representante da PRP justificou a impossibilidade da sua presença.
(...)
O Dr. Luis Figueiredo abriu os trabalhos em representação do Sr. Presidente do Automóvel Clube de Portugal, para saudar os presentes e introduzir os principais temas objecto de analise e reflexão do ONGA, como segue, como adopção por consenso unânime das seguintes deliberações:


1) O ONGA congratula-se pela presença e a efectiva participação activa nos seus trabalhos do Dr. Manuel Dias em Representação da AECAMP- Associação Portuguesa dos Empresarios de Camping e Hotelaria de Ar Livre.
(...)



Tendo igualmente em atenção que a nossa memória não é curta, mas temendo que assim seja, o Jornal do Barlavento regista de modo indelével as declarações do Dr. Manuel Dias no passado dia 3/Fev/2010:

http://www.barlavento.pt/index.php/noticia?id=39399
Os protestos chegam pela voz dos empresários do sector do campismo ouvidos pelo «barlavento», que se queixam de «concorrência desleal».

Para o presidente da Associação Portuguesa de Empresários de Camping e Hotelaria ao ar livre (Aecamp), o problema está «na falta de fiscalização das autarquias e das autoridades», que deveriam «actuar em conjunto e levar os autocaravanistas a criar valor económico nos parques de campismo».

De acordo com Manuel Dias, apesar de uma autocaravana poder estar parada num parque automóvel, isso não dá ao condutor o direito de aí pernoitar, uma vez que «está a fazer do transporte um espaço de alojamento».

«Se, por força da lei, os parques de campismo estão obrigados a estruturar-se para receber este tipo de turistas, não se percebe por que têm de continuar a ver o seu negócio na rua», entende o também administrador do grupo Orbitur.



Caríssimo Decarvalho, pergunto com toda a frontalidade:

O Dr. Manuel Dias, no âmbito da sua "participação activa" na reunião do ONGA, mantém a mesma interpretação sobre o estacionamento habitado das autocaravanas, o qual bem expressou ao Jornal do Barlavento no passado dia 3 de Fevereiro?

Grato pelo esclarecimento.
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Mensagempor decarvalho » terça nov 02, 2010 11:27 pm

Viva meu caro Paulo

É meu privilegio e uma honra poder ser interpelado publicamente, e portanto maior ainda o dever da resposta.

Assim, não quero estar a revelar inconfidências, nem por ser o secretario geral do ONGA, estou mandatado para divulgar algo mais sobre uma reunião privada, que é presisamente um observatorio para o Autocaravanismo, ou seja sobre o autocaravanismo e não do autocaravanismo. Observatorio este decidido no I seminário Nacional do Autocaravanismo, promovido pleo MIDAP em Cascais em Maio de 2009.

Nesse sentido foi ( é) importante contar com entidades que não sejam elas mesmo autocaravanistas, mas que actuam em inter faces que podem ser uteis ao autocaravanismo.

Nesse sentido, a reunião com a AECAMP foi extremamnte util, permitiu desfazer mal etendidos, desinformaçao e distorções da comunicação social, como a citação que faz e começar a criar bases para acções que podem ser comuns de interesse para a comunidade autocaravanista itinerante, que utiliza ou não, parques de campismo de acordo com as suas opções voluntariamente formadas.

Assim, na proxima reunião do ONGA conta-se com a presença novamente da AECAMP, espera-se ja que depois do dia do Autocaravanista em que essa associação e a federação FCMP e quem mais se associar, vai partilhar a respectiva organização, acto e decisão que estao também ao alcance do CCP, como aliás está ao alcance do portal CCP, poder aceitar o convite que ja lhe foi dirigido pelo CAB, pelo MIDAP, e outras iniciativas do Movimento Autocaravanista, para assim poder tomar parte de viva voz, em cada momento, no que efectivamente esta acontecer de evolução.

Entre alguns membros do ONGA há alias a conviccção da vantagem em proxima reuniao deste Observatório, de contar tambem com a posição da ACAP, inclusive para o lançamento de uma campanha de sensibilizaçao e divulgaçao da cartilha ou regras de ouro do autocaravanista, partilhada por varias entidades do autocaravanismo de forma quase unanime.

Por isso, vale a pena o esforço que desde o verão de 2008 muitos de nós têm vindo a desenvolver para enfrentar de frente as questões de fundo deste sector, estabelecendo pontes, e evitando "cortes de estrada", Só assim se fará caminho para caminharmos sem sobressaltos de animosidades latentes.

Aliás, tudo em consonância com as deliberações do ONGA sempre tomadas por consenso como esta:

Ao avaliar a evolução do sector do autocaravanismo em Portugal o ONGA reconheceu e anotou o esforço positivo desenvolvido por varias entidades, particularmente Municípios, que têm vindo a tomar medidas concretas para o aumento de áreas de acolhimento para Autocaravanas, incluindo de estacionamento e pernoita, e também a criação de estações de serviços. O Observatório registou com agrado a disponibilidade crescente de alguns parques de campismo em praticarem preços especiais mais reduzidos, atendendo à especificidade dos autocaravanistas itinerantes, contribuindo assim para a rede nacional de infra-estruturas de acolhimento destes turistas rodoviários .

e ainda esta...

Trocaram-se extensas opiniões com a participação activa de todos os presentes, sobre a necessidade do lançamento de campanhas pedagógicas entre os autocaravanistas, para divulgação e adopção de comportamentos correspondentes às regras de ética e autodisciplina, bem como as relativas à Economia deste sector da actividade turística, e foi deliberado prosseguir o seu estudo na próxima reunião.

Um abraçao
Decarvalho
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Mensagempor Paulo » quarta nov 03, 2010 9:51 am

Caro Decarvalho,

Agradeço o seu esforço, bem patente no post em baixo, mas não fiquei esclarecido nem resolvi as minhas dúvidas

Repare que não tenho nenhuma animosidade relativamente ao Presidente da AECAMP/ORBITUR, pois nunca estabeleci qualquer tipo de contacto com o Dr. Manuel Dias, além de que, como é sabido, neste espaço discutimos ideias e não pessoas.

Mas, como deve compreender, como autocaravanista fico algo apreensivo pelo facto de grupos de trabalho/organizações que pretendem melhores rumos e desenvolvimentos para o autocaravanismo, incluam elementos, com "participação activa", que pelas suas declarações à imprensa e em discurso directo nas Jornadas de Tavira/Lagos tenham igualmente expressado uma linha de pensamento relativa ao Turismo Itinerante em Autocaravana (sem recurso obrigatório a campings) contrária à que é defendida na generalidade nos países da Europa mais próximos.

Cumprimentos,
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Mensagempor decarvalho » quarta nov 03, 2010 4:03 pm

Boas tardes,
baos noites
bons dias,
conforme a hora a que lerem este post....

e ora vivam,
Companheiros Vitor Andrade e Paulo, para além de todos os leitores deste forum interessados no tema.

É muito interessante o debate aqui aberto e bem se compreendem algumas duvidas de que se fazem eco, todas elas legitimas e representativas...ou seja por mim, reconheço democraticamente a representatividade em termos democracia participativa a quem, mesmo que seja uma pessoa isolada se venha exprimir com opiniões individuais, mas fundamentadas e exprimindo um pensamento não egoísta mas com alicerces num sentimento e querer social, isto é com um impacte nos interesse colectivos e na sua gestão.

Posto isto:

1) Quanto a representação de um grupo de AC. A legitimidade de um grupo de ACs, repartidos pelo ACP, pelo CAB, pelo MIDAP, pela Federação FCMP, é a mesma que qualquer outro grupo ou clube de ACs, e sa sua representatividade afere-se não apenas em termos quantitativos, mas também em termos qualitativos. Basta evocar que nas cooperativas cada cooperador tem um só voto qualquer que seja o montante de capital que detenha. No caso concreto, CAB, MIDAP, ACP e FCMP subscreveram a mesma Plataforma de Filosofia a ética e Doutrina do Autocaravanismo, subscrita por exemplo pelo Portal CCP, pelo CPA etc. Ou seja, a representatividade das ideais que estes grupos (e não apenas um grupo) defende e assume ser quota parte representativa, esta compaginada coma citada plataforma.

2) O escrutínio esta feito pela assinatura conjunta dessa plataforma e pelo reconhecimento intrínseco entre todos os subscritores, e além disso esta ratificado pelos seus membros respectivos, como aconteceu nas assembleias gerais quer do CAB quer do MIDAP, realizadas separadamente dia 16 de Outubro, como consta das respectivas web pages, e por isso colocados de forma transparente À apreciação de todos os leitores democraticamente num exercício de democracia socialmente responsável e transparente que nem todas as outras organizações cumprem da mesma forma. Portanto não há nenhuma “casa” a ser construída pelo telhado, e as hipótese de alargamento da base social de apoio a uma estrutura de base….foram abertas desde sempre pela possibilidade de ingresso livre no MIDAP (movimento associativo de pessoas autocaravanistas) e no CAB (movimento de pessoas autocaravanistas com blogues e Web sites sobre autocaravanismo). Mas mais, e não me cansarei de repetir, desde o verão de 1998 que este movimento Autocaravanista (graças à hospitalidade deste fórum) se foi estruturando, crescendo, afirmando e ganhando reconhecimento público e conseguiu realizar o I seminário Nacional do Autocaravanismo em Maio, em Cascais, onde a maioria das ideia constantes na plataforma do Movimento Autocaravanista, foi discutida, escrutinada, votada e assumida. Aqui subscrevo o lamento que Vitor Andrade regista: porque é que a sociedade dos Autocaravanistas não tem acorrido em maior numero, e se demita de nesta ocasiões ter efectivamente contribu9ido e participado mais activamente? Essas respostas não me cabe dar, mas decreto que me é licito perguntas quer por mais perguntas , quer por respostas.

3) O ONGA é um Observatório sobre o Autocaravanismo, para o autocaravanismo, e não um enorme umbigo onde os autocaravanistas se revejam num espelho de elogio mútuo. Foi apare sentado, proposto e votada a sua criação no I Seminário Nacional do Autocaravanismo, e a sua composição inicial cooptou o ingresso e convite a AECAMP, que o aceitou, e por isso, porque não há membros mais iguais que outros, com os mesmo direitos e deveres dos demais. Ou seja no caso concreto a s intervenções de todos os membros resultaram no comunicado que regista o consenso das posições assumidas… basta relê-las para ver, que apesar das divergências de objectivos de cada uma das entidades presentes no ONGA, se registaram muitas identidades de ponto de vista sobre assuntos realmente de interesse para o autocaravanismo itinerante. Posta a questão de outro modo: -há alguma entidade, clube ou organização de autocaravanistas que não possa subscrever o comunicado final? Ou de discordar do seu teor? Ou de nele ver uma ameaça as suas necessidades, interesses, expectativas ou direitos? Concretamente o Paulo sente-se ofendido pelo comunicado do ONGA como leader de opinião ou administrador do portal CCP? O que é que causa a apreensão, apenas a participação da AECAMP’ e esta apreensão saiu justificado com o teor das conclusões da reunião do ONGA?

Peço desculpa pelo alongado da minha exposição. Ela deve-se e encontra fundamento parcial 1) na qualidade dos meus interlocutores, 2) no respeito que me merecem os autocaravanistas que constituem a maioria silenciosa, mas interessada neste fórum, o mais lido do seu sector e 3) Na consciência de que este fórum é lido e analisado por uma ampla camada da opinião publica, desde autarcas, a deputados, desde empresas privadas, a associações e clubes, desde autoridades policiais a empresas comercias do sector do autocaravanismo, incluindo, naturalmente proprietários e parques de campismo, de restaurantes e outras estruturas turísticas. Ou seja. Nós enquanto autocaravanistas não estamos sós, estamos num meio social, com direitos e com deveres, e isso constitui o estatuto de cidadania responsável. A nossa participação será tanto mais aceite, compreendida e apoiada por não autocaravanistas, e pelas autoridades em geral se nos dermos a esse respeito. Pelo nosso comportamento, pelas nossas intervenções publicas, pelas nossas contribuições em geral para o bem estar social e desenvolvimento da sociedade.

Faço votos que assim bem me entendam! Bem Hajam.
Decarvalho

PS:

Para meditação acrescida, consta da base de dados de áreas para AC do fórum Campingcar Portugal (hoje comum ao CPA) o seguinte:_
- 49 áreas de serviço para AC
- 91 áreas de estacionamento para AC
- 38 áreas de serviço em Campings
- 5 áreas de AC em auto-estradas
- 9 aderentes ao Portugal tradicional
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Mensagempor joaquim » sábado nov 06, 2010 2:32 pm

Esta é a minha modesta opinião sobre este assunto:
Estamos tão pouco habituados a que "alguém" se disponha desinteressadamente a defender os nossos interesses e não os próprios que, quando surgem esses "messias" ficamos de sobreaviso...(foi isto que os politicos nos ensinaram...)É preciso muita entrega, altruismo e vontade de ajudar para fazer este trabalho de carolíce...Atenção, quando alguém se junta para defender os interesses dos outros daí vai sair "canelada" pela certa...É preciso estarmos atentos a estas "movimentações"...O Paulo pôs o dedo na "ferida" sobre a velha questão de nos quererem "acantonar" nos parques de campismo, ponto fundamental para todos os Autocaravanistas...
cumptos!
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Mensagempor Henrique Fernandes » domingo nov 07, 2010 11:40 am

Companheiros:
Ultrapassando a discussão (legítima e interessante) sobre a melhor forma ou sobre as várias formas de representar e de defender os interesses dos autocaravanistas, permitam-me apenas que recorde o seguinte:
O Sr. Manuel Dias veiculou em tempos, através de órgãos da imprensa escrita, uma determinada posição sobre a sua ideia de relação entre autocaravanismo e parques de campismo.
Nunca assisti a nenhum desmentido público acerca dessas declarações...
Por outro lado, como muitos bem sabem e é facilmente constatável noutro tópico deste fórum, dirigi-lhe em consequência uma carta com críticas muito duras a essa sua posição pública, convidando-o a sustentar as suas declarações ou a mudar de rumo. Nunca recebi resposta a essa carta. Isto, somado à ausência de declarações públicas que contrariem de forma esclarecedora as suas posições publicadas no jornal do Barlavento (?), só me leva a desconfiar da participação desse senhor em qualquer processo que vise a defesa do autocaravanismo.
Posso até estar enganado (e gostaria de estar...), mas a verdade é que o Sr. Manuel Dias não tomou até ao momento (que eu saiba) qualquer gesto que me convença a mudar de opinião.
Para mim e para o CGA - Clube Gardingo de Autocaravanas, esse senhor é, até prova em contrário, persona não grata no autocaravanismo. Mal estaremos se precisarmos, para resolver os nossos problemas, de "dialogar" com pessoas que defenderam publicamente a obrigatoriedade de as ACs recolherem aos parques de campismo durante a noite, e que ainda não desmentiram ou renunciaram de forma clara a essa ideologia "obrigacionista"!
Tenho dito.
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Mensagempor decarvalho » domingo nov 07, 2010 12:12 pm

Carissimo Companheiro Henrique Fernandes

No comunicado do ONGA, em que se espelham as opiniões de todos os participantes, pode ler-se nas linhas e nas entrelinhas só o seguinte:

Trocaram-se extensas opiniões com a participação activa de todos os presentes, sobre a necessidade do lançamento de campanhas pedagógicas entre os autocaravanistas, para divulgação e adopção de comportamentos correspondentes às regras de ética e autodisciplina, bem como as relativas à Economia deste sector da actividade turística, e foi deliberado prosseguir o seu estudo na próxima reunião.

Ou seja: cumpridas as regras da Filosofia, Doutrina e Ética do Autocaravanismo constantes de uma plataforma subscrita neste momento por 11 entidades (incluindo a FCMP), os autocaravanistas nada têm a temer de reacções do pendulo ( como se explica no meu post anterior) do outro lado dos seus legitimos interesses. veja-se a contraprova relativamente à CM de Portimão que prontamente acedeu a suspender o seu regulamento de trânsito e estacionamento quando os membros desta plataforma de entendimento do sector se movimentaram, não a favor do acampamento, fora de parques de campismo, mas sim, do estacionamento e pernoita em autocaravanismo itinerante

boas voltas e reviravoltas de autocaravanismo itinerante...
Decarvalho
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Mensagempor alexandrechora » domingo nov 07, 2010 12:49 pm

Boas Companheiros
´
Antes de mais, fui educado a honrar a palavra, a valorizar a iniciativa e a respeitar o próximo. Hoje tenho sempre presente ainda outros sofismas, que nos ajudam a viver em sociedade.

E esta é a base da minha opinião, como em tudo na vida, quando deixamos de conduzir (autodeterminação) para sermos conduzidos (manipulados), a impotência instala-se e a revolta cresce. A não ser que tenhamos o direito de opção, ou seja, segundo a minha concepção, respeitar a opinião de quem quiser pernoitar em campings, como da mesma forma respeitar, os companheiros que quiserem pernoitar fora deles. É fundamental e de outra forma não é aceitavel... Apesar de não existir qualquer extremismo nas minhas palavras, bem pelo contrário.


A garantia de bom senso, civismo, e respeito do meio ambiente, não está de forma alguma para os companheiros defensores da pernoita em campings, por vezes bem pelo contrário. E dou como exemplo o meu caso pessoal.
Desde os meus 7 anos que conheço a dinamica dos campings, tanto em tenda como em caravana, também conheço a dinamica dos hoteis.
De todas as expriências que tive sinto-me um priviligiado de poder formar a minha própria opinião, baseado-me nas as minhas vivências, sem recorrer a outros referenciais.
Eu tento sem resalvas preservar e respeitar o meio ambiente, é este que justifica em grande parte a minha paixão pelo autocaravanismo. Não posso esquecer que a minha AC é um instrumento para poder contactar com a natureza. E é este objectivo que justifica o meio para o alcançar, portanto autocaravana em camping, apenas como opção, imposto não...

E assim cheguei ao autocaravanismo, que representa liberdade com responsabilidade e bom senso.

Se por ventura estão a planear limitar esta minha liberdade, bom meus senhores, então neste caso efectivamente, não defendem os meus interesses, pelo que não me representam em nada.

Se estiverem a defender o direito de opção, aí sim sinto que estou a ser representado, mas infelizmente quanto mais leio sobre este assunto, mais sinto que apenas somos marionetas, e os lobbies anonimos, começam a monopolizar e a instalarem-se, condicionando a nossa autodeterminação que tanto valorizo e em parte encontrei o que encontrei no autocaravanismo, companheiros não lhe retirem o protagonismo e a magia.
Apostem na formação dos autocaravanistas, isso sim, para evitar os maus exemplos e as más atitudes, mas por favor não se deixem iludir ou manipular...

e mais não digo.

Alexandre Chora (é o meu nome próprio)
Ajudar para ser ajudado, principio da simplicidade...
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Mensagempor Paulo » domingo nov 07, 2010 10:12 pm

Caríssimos amigos,

Seria bom fazermos um ponto de situação relativamente ao tem sido referido/opinado, pois o assunto "divergiu" em dois caminhos distintos:

1º - Esclarecer, se possível, se um dos elementos que participou/participa nas actividades do ONGA mantém a sua posição relativa ao estacionamento (habitado ou não) das autocaravanas. A referida posição do Presidente da AECAMP é aqui ventilada com base no que é publicado pela comunicação social e que pode ser lido nos seguintes links, em duas linguas, e redigido por dois autores e publicações distintas, pelo que me parece claro que possamos poderemos descartar a teoria da deturpada transposição da entrevista para o texto jornalístico.

http://www.barlavento.pt/index.php/noticia?id=39399

http://www.algarveresident.com/story.asp?ID=35712

2º - Colocou-se na mesa a problemática de quais os grupos que devem assumir as acções ligadas ao trabalho institucional. Entendi, pelo exposto, que esta questão foi colocada para acções que envolvam decisões globais e quando estão presentes contactos ao mais alto nível (deputados, incentivos a legislação, etc).

Sobre o primeiro ponto, tal como referi, não me senti com as dúvidas resolvidas, pois não há uma resposta directa sobre este assunto. Entendo que assim seja, pois não estamos a solicitar o esclarecimento ao elemento que divulgou a sua posição através da imprensa. De qualquer modo, considero que a assembleia em análise deveria ter esclarecido esta questão inequivocamente, pois é um ponto basilar para o entendimento do Turismo Itinerante em Autocaravana e que se estiver em estado de dúvida pode no futuro implicar rumos indesejáveis para esta actividade.

Sobre o segundo ponto, sou de opinião que deverá haver uma articulação entre as entidades que lutam pelo reconhecimento institucional, quando as acções são efectuas em representação de todo o colectivo (concepção de Leis, divulgação de posições globais, etc).
No entanto, em Portugal não se tem conseguido uma organização mínima entre as várias associações, o que é lamentável.

Abraço,
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Mensagempor fluis » quarta nov 10, 2010 12:28 pm

Boa tarde,

Por questões de organização e legibilidade, foi decidido separar o tópico inicial Midap em Cascais em 3:

Algumas dos post’s como se referiam a mais do que um assunto, tiveram que ficar duplicados em mais do que 1 dos tópicos, de modo a que o resto dos pot’s continuassem a fazer sentido. Agradeço o esforço de todos no sentido de evitarem o off-topic.
Fernando Luís
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UMA OPINIÃO

Mensagempor Mcas » quarta nov 10, 2010 10:46 pm

Vivam…
É só uma opinião. A minha e com um propósito pedagógico.
Causou alguma perplexidade o facto de numa reunião destinada a sentar e conversar sobre Autocaravanismo (AC), presente e futuro, penso, estivesse, entre outros, o presidente de uma associação de proprietários de parques de campismo. A mim, não.
Li com atenção duas notícias em que é protagonista e do geral da questão penso o seguinte.
É consabida a divergência que vai no meio AC entre o defendido pelos proprietários e os autocaravanistas (ACs). A questão não é nova, nem apenas nacional. Pelo contrário, é bem antiga e por todo a parte onde haja ACs. Há países onde os ACs são compulsivamente arrumados nos Parques de Campismo (PC) sob pena de pesadas multas, outros têm legislação sobre o assunto mas fazem vista grossa se houver discrição, outros ainda, mais tolerantes, vão deixando ao livre arbítrio e à responsabilidade cívica dos ACs a escolha dos locais de pernoita e estada. Há, também, para os três casos, os ACs cumpridores e os prevaricadores (e abusadores).
Numa reunião deve supor-se que se discutam as coisas, que se apresentem primeiro pontos de vista, depois que se verifiquem pontos de convergência, os pontos de divergência, e que se negoceie, apresentando sugestões de alterações, cedências e, se for possível, acordos entre as partes. Não tem que ser tudo de uma vez. Já é suficiente que as pessoas se conheçam e digam ao que vão. Depois…virá o resto.
Pessoalmente acho útil que numa reunião do género estejam todas as partes, ainda que saibamos mais ou menos o que cada um vai expor. É certo que os proprietários dos PC pretendem a fatia que representam os ACs e argumentam que têm vocação e instalações próprias para tal, justificando com os investimentos realizados para tal fim. Os ACs argumentam com a filosofia do AC como turismo itinerante, dos valores da liberdade e da responsabilidade no estacionamento e permanência de ACs em espaços públicos. Acrescentam as mais-valias comerciais da sua permanência e o seu contributo para os bens culturais (entradas para museus, monumentos, etc.)
Mas, o mais importante é que cada um tem a oportunidade de se exprimir, de exibir os seus argumentos e conhecer, na sequência, os argumentos dos outros. Não sei se na tal reunião estiveram representantes autárquicos. São, no meu ponto de vista, um terceiro factor a considerar: as razões que as levam por um lado a criar estruturas de apoio aos ACs e por outro lidar com a pressão a que estão sujeitas pelos proprietários dos PC ou ACs.
Soluções? Tem crescido em França, por exemplo, e as revistas da especialidade falam nisso, o entendimento cada vez maior e mais objectivo entre as estruturas regionais, nacionais e locais (clubes sobretudo) dos ACs e as associações do proprietários dos PC, no sentido de encontrar ideias a contento de todos. As propostas vão desde preços mais reduzidos, pacotes de dias a baixo custo, AS de tempo reduzido, stop-étapes, nuitages e outros. No entanto o assunto não é pacífico, está longe de estar resolvido e há de tudo: localidades que aceitam AC sem reservas, outras no meio termo e outras que proíbem os ACs e/ou os remetem para os PC.
Uma possível solução: este Verão estive cerca de 10 dias num parque vedado, contíguo a uma estrutura turística, a 50m da praia, com AS mas sem electricidade. Diária: 7,5€. Achei razoável e justo uma vez que na AV tinha as comodidades que sabemos. Muito longe dos 20/30€ que cobram os PC…e oferecem apenas serviços de WC, em alguns casos. Boa solução? Aceitável por todos? Há que discutir…mas podiam surgir outras.
Neste caso, porque a permanência era larga, adoptei esta solução mas, se estivesse de passagem, não sei. Defendo uma itinerância livre, cívica e responsável e acho ainda que cabe aos PC apresentar soluções atractivas. Tal como em tudo o que é negócio, há riscos, há concorrência e há que ter soluções que atraiam clientela e sejam capazes de gerar receitas. “Receitas” impostas, não! Discutidas, sim. Quem as discute? Quaisquer interlocutores de boa vontade, com bom senso e responsabilidade: sozinhos, em grupos, clubes, associações, federações, ONG’s, fundações, partidos políticos …sem qualquer parti pris , condição a meu ver essencial.
Cumprimentos a TODOS
"Não importa onde te leva a viagem mas sim o que ela faz de ti." Gonçalo Cadilhe
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ONGA- Observatorio Não Governamental para o Autocaravanismo

Mensagempor decarvalho » quarta nov 10, 2010 11:36 pm

Ora viva amigo MCAS

Ainda bem que há quem vem por bem.... assim até dá gosto participar na troca de opiniões e informações!

Apenas uma achega para as suas sugestões, o que também ja é Historia

a 1ª reuniao trimestral do ONGA teve lugar ao fim de quase um ano de ter sido anunciada a sua criação no I seminario Nacionbal de Autocaravanismo,em Cascais, em Maio de 2009.
ver referencias em:
http://camping-caravanismo-e-autocarava ... -anos.html
Alem dos funddaores (ACP; MIDAP e CAB) esteve tambem presente a PRP-Prevenção Rodoviaria Portuguesa, que passou a integrar o Observatorio

a 2ª reunião trimestral do ONGA teve lugar em Julho, e pela primeira vez contou coma participaçao da FCMP (federação), os seus resultados estão neste link
http://camping-caravanismo-e-autocarava ... ara-o.html

a 3ª reunião trimestral do ONGA para alem dos membros anteriores, contou também com a AECAMP e os seus resultados de forma transparente, tal como os anteriores, foram publicados e trazidos a conhecimento da opinião pública deste forum ( e não só). Ver link:
http://camping-caravanismo-e-autocarava ... -onga.html

a 4ª reunião trimestral do ONGA está prevista para Fevereiro de 2011. e terá lugar como ate agora, em sala disponibilizada pelo ACP. Os membros actuais ja confirmaram a sua presença antecipadamente, e adiante se verá se mais entidades serão convidas pontualmente, ou mesmo permanentemente, para dar mais peso ainda ao Observatório Não Governamental para o Autocaravanismo.

Convem esclarecer que o projecto do ONGA foi apresentado no verão de 2008 ao MIDAP, a cujas reuniões assitiram e participaram algumas vezes, elementos do CPA ( o seu Presidente Ruy Figueiredo) e também da administração deste portal (F.Luis, Luis Almeida e Paulo Rosa).

Foi também no desenvolvimento do MIDAP que foi apresentada a proposta de criação do CAB (hoje com 25 web sites e blogues do melhor que se publica em Portugal sobre autocaravanismo) do dialogo com o presidente da Subcomissão parlamentar de Turismo da AR, e depois, da audição parlamentar em que estiveram presentes ...Luis de Almeida (forum do CCP) Ruy Figueiredo (Presidente do CPA) Carvalho dos Santos (secção de autocaravanismo do Clube de CAmpismo de Lisboa), Rui Narciso (Coordenador do CAB, hoje presidente do CPA), e Seco Santos, (Presidente do MIDAP), e eu próprio pela comissão instaladora do ONGA.

Apenas acrescento que todas estas ideias e ideais (incluindo a criação do ONGA) foram inicialmente propostas à direccção do CPA de então, quer particularmente quer em público, no respectivo forum, mas foram engeitadas e ignoradas, o que esteve na origem dos legitimos movimentos subsequentes, como acima referido.

Veja-se por exemplo no forum do CPA este link (emtre muitos outros)
http://cpa-autocaravanas.com/forum/inde ... ml#msg7432

Ou seja, hoje estamos no desenvolvimento sereno, tranquilo e consequente dentro do Movimento Autocaravanista , acompanhados felizmente de pessoas sem preconceitos, de muita qualidade e capacidade, que dedicam ao seu hobby - o autocaravanismo- o tempo e o trabalho desinteressado, que cada vez é mais reconhecido bem fora dos circulos ditos autocaravanistas, no País, e já no estrangeiro.

Renovo o bem haja pela oportunidade de poder aqui mais uma vez informar objectivamente quem , de boa fé, quer ser esclarecido.

E a todos os meus votos de boas voltas e reviravoltas, inclusive de neurónios!

Decarvalho
simplemente

PS: Ao amigo Golfinho...grato, e claro que vou em frente! E vamos todos os que queremos ir por bem.
semovente...
em:
http://www.camping-caravanismo-e-autoca ... ogspot.com
e na tertulia facebook 1 AC e 1 CAFE
copie e cole o link no seu browser.
http://www.facebook.com/groups/21501485 ... ?ref=notif¬if_t=group_activity
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Mensagempor vitorandrade » quinta nov 11, 2010 12:08 am

Caro companheiro Mcas e a todos os que têm vindo a contribuir com as suas ideias.

Concordo com o que descreve.
Gosto de discutir uma ideia entre amigos e até entre desconhecidos desde que empenhados nessa discussão. Podemos até chegar a grandes conclusões mas isso não chega. É preciso fazer chegar a instâncias onde não podemos ir todos.
Quem lá vai?
Ou nós temos capacidade em organizar-nos em estruturas representativas e vão lá os nossos representantes ou então enquanto continuamos com as nossas discussões alguém assume essa pseudo-representação e negoceia em nosso nome.

Eu não quero apenas conhecer a "história" tenho direito e o dever de participar nela. E o participar não é aceitar lugares oferecidos é construir estruturas que tenham regras sufragadas e sufragáveis pelos pares.
Chamem-lhe clubes, associações, ongas, ou movimentos quero é conhecer como funcionam,quais os seus orgãos, como foram e por quem foram e serão eleitos. No fundo o que é que realmente representam.

Um abraço a todos
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Mensagempor time_out » segunda fev 21, 2011 5:59 pm

Por subscrever integralmente as palavras do Paulo e por face aos recentes posts sobre o ONGA ter, para entender tudo o que se tinha passado anteriormente, relido os posts relacionados e por tambem não ter ficado minimamente esclarecido resolvi puxar para cima a questão colocada para ver se passado mais de 4 meses e nova reunião já teremos respostas.

Paulo Escreveu:Caríssimos amigos,

Seria bom fazermos um ponto de situação relativamente ao tem sido referido/opinado, pois o assunto "divergiu" em dois caminhos distintos:

1º - Esclarecer, se possível, se um dos elementos que participou/participa nas actividades do ONGA mantém a sua posição relativa ao estacionamento (habitado ou não) das autocaravanas. A referida posição do Presidente da AECAMP é aqui ventilada com base no que é publicado pela comunicação social e que pode ser lido nos seguintes links, em duas linguas, e redigido por dois autores e publicações distintas, pelo que me parece claro que possamos poderemos descartar a teoria da deturpada transposição da entrevista para o texto jornalístico.

http://www.barlavento.pt/index.php/noticia?id=39399

http://www.algarveresident.com/story.asp?ID=35712

2º - Colocou-se na mesa a problemática de quais os grupos que devem assumir as acções ligadas ao trabalho institucional. Entendi, pelo exposto, que esta questão foi colocada para acções que envolvam decisões globais e quando estão presentes contactos ao mais alto nível (deputados, incentivos a legislação, etc).

Sobre o primeiro ponto, tal como referi, não me senti com as dúvidas resolvidas, pois não há uma resposta directa sobre este assunto. Entendo que assim seja, pois não estamos a solicitar o esclarecimento ao elemento que divulgou a sua posição através da imprensa. De qualquer modo, considero que a assembleia em análise deveria ter esclarecido esta questão inequivocamente, pois é um ponto basilar para o entendimento do Turismo Itinerante em Autocaravana e que se estiver em estado de dúvida pode no futuro implicar rumos indesejáveis para esta actividade.

Sobre o segundo ponto, sou de opinião que deverá haver uma articulação entre as entidades que lutam pelo reconhecimento institucional, quando as acções são efectuas em representação de todo o colectivo (concepção de Leis, divulgação de posições globais, etc).
No entanto, em Portugal não se tem conseguido uma organização mínima entre as várias associações, o que é lamentável.

Abraço,
time out

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