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A Reunião do ONGA relativa ao IV e ultimo trimestre de 2010, teve lugar na Sala de Biblioteca do ACP- Automovel Clube de Portugal, decorada com a fotografia do Principe Afonso, conhecido popularmente pelo "Arreda".no dia 27 de Outubro de 2010, pelas 15h as 18h tendo estado presentes: O Director Geral do ACP, que presidiu em nome do Dr. Carlos Barbosa, Presidente do Observatório, o Presidente da FCMP, a respectiva Secretária da FCMP, o Presidente da AECAMP, o Secretário-geral do MIDAP, o secretário- geral do CAB, o Secretário- geral do Observatório, e ainda a Secretaria da secção de autocaravanismo do ACP. O Sr. Eng Trigoso representante da PRP justificou a impossibilidade da sua presença.
(...)
O Dr. Luis Figueiredo abriu os trabalhos em representação do Sr. Presidente do Automóvel Clube de Portugal, para saudar os presentes e introduzir os principais temas objecto de analise e reflexão do ONGA, como segue, como adopção por consenso unânime das seguintes deliberações:
1) O ONGA congratula-se pela presença e a efectiva participação activa nos seus trabalhos do Dr. Manuel Dias em Representação da AECAMP- Associação Portuguesa dos Empresarios de Camping e Hotelaria de Ar Livre.
(...)
A Reunião do ONGA relativa ao IV e ultimo trimestre de 2010, teve lugar na Sala de Biblioteca do ACP- Automovel Clube de Portugal, decorada com a fotografia do Principe Afonso, conhecido popularmente pelo "Arreda".no dia 27 de Outubro de 2010, pelas 15h as 18h tendo estado presentes: O Director Geral do ACP, que presidiu em nome do Dr. Carlos Barbosa, Presidente do Observatório, o Presidente da FCMP, a respectiva Secretária da FCMP, o Presidente da AECAMP, o Secretário-geral do MIDAP, o secretário- geral do CAB, o Secretário- geral do Observatório, e ainda a Secretaria da secção de autocaravanismo do ACP. O Sr. Eng Trigoso representante da PRP justificou a impossibilidade da sua presença.
(...)
O Dr. Luis Figueiredo abriu os trabalhos em representação do Sr. Presidente do Automóvel Clube de Portugal, para saudar os presentes e introduzir os principais temas objecto de analise e reflexão do ONGA, como segue, como adopção por consenso unânime das seguintes deliberações:
1) O ONGA congratula-se pela presença e a efectiva participação activa nos seus trabalhos do Dr. Manuel Dias em Representação da AECAMP- Associação Portuguesa dos Empresarios de Camping e Hotelaria de Ar Livre.
(...)
Os protestos chegam pela voz dos empresários do sector do campismo ouvidos pelo «barlavento», que se queixam de «concorrência desleal».
Para o presidente da Associação Portuguesa de Empresários de Camping e Hotelaria ao ar livre (Aecamp), o problema está «na falta de fiscalização das autarquias e das autoridades», que deveriam «actuar em conjunto e levar os autocaravanistas a criar valor económico nos parques de campismo».
De acordo com Manuel Dias, apesar de uma autocaravana poder estar parada num parque automóvel, isso não dá ao condutor o direito de aí pernoitar, uma vez que «está a fazer do transporte um espaço de alojamento».
«Se, por força da lei, os parques de campismo estão obrigados a estruturar-se para receber este tipo de turistas, não se percebe por que têm de continuar a ver o seu negócio na rua», entende o também administrador do grupo Orbitur.

Paulo Escreveu:Caríssimos amigos,
Seria bom fazermos um ponto de situação relativamente ao tem sido referido/opinado, pois o assunto "divergiu" em dois caminhos distintos:
1º - Esclarecer, se possível, se um dos elementos que participou/participa nas actividades do ONGA mantém a sua posição relativa ao estacionamento (habitado ou não) das autocaravanas. A referida posição do Presidente da AECAMP é aqui ventilada com base no que é publicado pela comunicação social e que pode ser lido nos seguintes links, em duas linguas, e redigido por dois autores e publicações distintas, pelo que me parece claro que possamos poderemos descartar a teoria da deturpada transposição da entrevista para o texto jornalístico.
http://www.barlavento.pt/index.php/noticia?id=39399
http://www.algarveresident.com/story.asp?ID=35712
2º - Colocou-se na mesa a problemática de quais os grupos que devem assumir as acções ligadas ao trabalho institucional. Entendi, pelo exposto, que esta questão foi colocada para acções que envolvam decisões globais e quando estão presentes contactos ao mais alto nível (deputados, incentivos a legislação, etc).
Sobre o primeiro ponto, tal como referi, não me senti com as dúvidas resolvidas, pois não há uma resposta directa sobre este assunto. Entendo que assim seja, pois não estamos a solicitar o esclarecimento ao elemento que divulgou a sua posição através da imprensa. De qualquer modo, considero que a assembleia em análise deveria ter esclarecido esta questão inequivocamente, pois é um ponto basilar para o entendimento do Turismo Itinerante em Autocaravana e que se estiver em estado de dúvida pode no futuro implicar rumos indesejáveis para esta actividade.
Sobre o segundo ponto, sou de opinião que deverá haver uma articulação entre as entidades que lutam pelo reconhecimento institucional, quando as acções são efectuas em representação de todo o colectivo (concepção de Leis, divulgação de posições globais, etc).
No entanto, em Portugal não se tem conseguido uma organização mínima entre as várias associações, o que é lamentável.
Abraço,
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