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Os
participantes começaram a chegar bem cedo, como que querendo antecipar
ao máximo o inicio do que víria a ser mais um encontro salutar e o rever
de «velhos» companheiros.
Na
recepção aos participantes, não faltou a boa disposição e a oferta de um
beberete de um belíssimo moscatel, acompanhado por uns deliciosos
bolos caseiros, cuidadosamente elaborados pela companheira Nina.
A
chegada de companheiros estendeu-se noite dentro, pois houve quem viesse
de bem longe, inclusivé de terras de nuestros hermanos... |
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No
Sábado, divididos em dois grupos e alternadamente, foram feitas visitas
guiadas à cidade de Setúbal e à serra e Convento da Arrábida.
No primeiro caso, acompanhados por uma técnica da Câmara Municipal de Setúbal,
a visita começou pelo Convento de Jesus, fundado em 1490 e um dos marcos
principais do Manuelino no nosso país.
Infelizmente encerrado
para obras, só foi possível visitar a Igreja, com a sua capela-mor
revestida de azulejos de caixilho. O retábulo de pintura instalado em
1520, encontra-se exposto na Galeria de Pintura Renascentista,
anexa à Igreja, visitada de seguida. |
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Praça de Bocage |
Igreja
de Santa Maria da Graça, o coração do primitivo burgo medieval.
Aqui nasceu Setúbal. |

Depois de calcorrear
algumas das ruas mais características da Cidade do Rio Azul,
incluindo as Cetárias Romanas (no edifício do Turismo), decorreu a
visita à Casa do Corpo Santo, referência do Barroco em Setúbal. |
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O
almoço foi altura para retemperar forças e descansar um pouco do calor
que se fez sentir, apesar de todas as previsões meteorológicas, nos dias
que antecederam o Encontro, apontarem para o contrário. |
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O outro local de visita
foi o Convento da Arrábida, fundado no séc. XVI por frades Franciscanos,
com o apoio do duque de Aveiro.
Segundo a lenda, um mercador inglês que se
dirigia a Lisboa teria sido surpreendido por uma forte tempestade que
deixou o seu barco à deriva. Atribuindo a salvação a um milagre, alguns dos homens
que o acompanhavam decidiram ficar
para sempre neste lugar, dando origem ao primeiro ermitério.


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Na fachada da Igreja pode-se ver uma curiosa escultura de
Frei Martinho, com os braços abertos, os olhos vendados e a boca fechada
por um cadeado. |
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À noite, decorreu o
tradicional Jantar de Grupo, momento importante de convívio entre todos
os participantes no evento. |
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No
Domingo de manhã foi altura de rumar a Vila Nogueira de Azeitão, para
uma visita às famosas Caves de José Maria da Fonseca, uma prestigiada e
centenária produtora de vinhos, sendo os participantes levados a uma
visita guiada a um mundo de história e tradição na arte vinícola. |
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Instaladas num belíssimo edifício do século XIX, as Caves José Maria da
Fonseca albergam um pequeno museu com
fotografias, troféus e maquinaria antiga. |
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As
condições de clima e do solo favorecem a produção de uvas e de vinhos de
diversos tipos sendo um dos mais conhecidos o Moscatel de Setúbal, vinho
licoroso, com um inconfundível aroma floral, mel e laranja. |
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Um jardim interior dá acesso às caves de envelhecimento, uma das quais
ocupa o Armazém dos Teares da antiga Fábrica de Chitas. |
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Antes do almoço, e feitas
que estavam as últimas aquisições (vinhos, Tortas, Esses e Queijinhos
Doces), foi tempo de despedidas.
No ar, ficou a promessa do
reencontro dentro de meses...
... aquando do VIII
Encontro do CampingCar Portugal.
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